«Bato à porta devagar, olho só mais uma vez, como é tão bonita esta avenida. É o cais, flor do cais, águas mansas e a nudez, frágeis como as asas de uma vida... É o riso, é a lágrima a expressão incontrolada, não podia ser de outra maneira. É a sorte é a sina, uma mão cheia de nada, e um mundo à cabeceira. Mas nunca me esqueci de ti.»
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